Nesta era da inteligência artificial, torna-se urgente distinguir a arte humana daquilo que é produzido pelas máquinas. Há uma diferença ontológica, antes mesmo de estética, entre a arte e aquilo que uma máquina pode gerar por meio de cálculos estatísticos a partir de milhões de imagens aleatórias. Aos algoritmos falta a centelha do humano. Por isso, a Igreja deseja renovar, com os artistas e as instituições culturais, uma aliança: uma aliança para preservar o humano.